ORQUÍDEA CYMBIDIUM
ORQUÍDEA CYMBIDIUM

ORQUÍDEA CYMBIDIUM

Referência: 857-CYMBIDIUM

Luminosidade

Avila diz que, muitas vezes, as pessoas confundem luminosidade com temperatura, mas são variantes bem diferentes.

“Um ambiente bastante iluminado não é necessariamente quente. Uma boa luminosidade significa raios solares indiretos ou sob telas de sombreamento, evitando que as folhas se queimem com a incidência solar direta, além de não permitir que o substrato seque antes do tempo”, ensina.

“Para saber se a Cymbidium está recebendo quantidade de luz ideal, basta verificar a cor de suas folhas: coloração verde muito claro ou amarela, significa exposição demasiada; folhas verde-escuro sugerem pouca luminosidade”, orienta Avila.

Umidade

a espécie de orquídea é epífita, mas se adapta bem em vasos e como flores de corte.

Outro fator que causa confusão é a umidade, “que não tem nada a ver com regas, mas com a umidade relativa do ar. Esse é um dos maiores problemas encontrados no cultivo de orquídeas”, assegura.

Segundo Avila, este entrave ocorre porque nem todos que cultivam orquídeas investem em um aparelho para medir a umidade do ar.

“No caso dos ambientes internos, como apartamentos ou lugares menores, que geralmente são isolados do solo, costumam ser extremamente secos, devido a inúmeros fatores, como, por exemplo, falta de circulação do ar, cortinas, tapetes, móveis estofados e até livros, todos capazes de retirar a umidade do ar e tornar o ambiente mais seco”, alerta o especialista.

Para ele, essa baixa umidade relativa do ar, além de desidratar e debilitar a planta, favorece o crescimento de pragas, como cochonilhas e pulgões. “A umidade perfeita para o cultivo das orquídeas Cymbidiums é de 40% a 60%, ou seja, não é um valor de alta umidade”.

No entanto, Matheus Avila esclarece que essa umidade do ar vai depender bastante do clima e da temperatura externos, “pois durante o verão, as temperaturas podem subir mais, sendo necessário criar um ambiente mais úmido para as orquídeas”.

Ele recomenda, para que a umidade seja potencializada, colocar uma vasilha com água próximo da orquídea, ou embaixo dela, desde que o vaso seja elevado, colocando-se seixos (pedras) nessa vasilha, para que suas raízes não toquem na água. “Outra opção é cultivar orquídeas próximas a fontes de água e aquários ou usar umidificadores de ar”.

Ventilação

Segundo Avila, este é o fator mais fácil de ser disponibilizado, já que praticamente todas as espécies de orquídeas, sem exceção, necessitam de ventilação similar, ou seja, correntes de ar de temperatura moderada.

No entanto, ele recomenda cuidado ao deixá-las ao ar livre durante a primavera por causa da temperatura mais elevada, ou durante a floração, para não arrancar suas flores e botões.

“A regra geral é mantê-las em local ventilado para que as temperaturas não se elevem demais, mas fora de correntes de ar muito bruscas, para não derrubá-las, arrancar suas flores ou secar muito rápido o substrato e a umidade do ar”, destaca Avila.

A Cymbidium pode produzir entre cinco e 25 flores por haste.

Substrato ideal

Como a maioria das outras orquídeas, a Cymbidium necessita de substratos para o seu bom desenvolvimento quando plantadas em vasos. “O ideal para esta espécie é uma mistura de húmus esterilizado e areia de rio, devendo ter uma consistência leve, porosa e capaz de manter um pouco da umidade por tempo prolongado”, aconselha o especialista.

Ele orienta que os substratos mais recomendados são a argila, seixos, brita e pedriscos de tamanhos variados, casca de pinheiro, fibra de coco, carvão vegetal e casca de orquídeas. “Esta última é indicada a fina e média para Cymbidiums menores de 15 centímetros e a casca de orquídea grossa é apropriada para as maiores que 15 centímetros”, ressalta.

Irrigação

O sucesso do cultivo de orquídeas depende muito da quantidade de água fornecida à planta. “Regar em excesso pode apodrecer as raízes, ocasionar várias doenças e, finalmente, matar a orquídea”, alerta Avila.

Problemas também podem acontecer se a planta deixar de ser regada, explica o engenheiro, “pois o seu substrato vai secar e ela vai ficar fraca, permanecendo sem florescer por dois anos, podendo até morrer”.

O especialista ensina alguns cuidados básicos que devem ser seguidos em relação à irrigação das Cymbidiums.

O primeiro deles é, se possível, a água ser de chuva, senão, que esteja em temperatura ambiente. “Por as Cymbidiums terem raízes grossas e muito absorventes, devido à resistência aos ambientes mais hostis na natureza, as regas podem ser feitas semanalmente”.

Ele aconselha que as Cymbidiums sejam regadas com mais frequência durante os meses mais quentes (duas a três vezes por semana), quando a umidade costuma ser mais baixa e a temperatura mais elevada, evaporando a água mais rapidamente.

Outro conselho de Avila é regar apenas quando o substrato estiver quase seco. “Quando os pseudobulbos pararem de crescer, as regas podem ser reduzidas, uma vez que nesta fase a planta não precisará mais de tanta água. Durante o inverno, o ideal é regar apenas uma vez por semana”, orienta.

De acordo com o engenheiro, durante a floração, é aconselhável evitar molhar as flores “para prevenir infecções ou ataque de doenças, regando apenas as folhas e as raízes. Mas as regas devem ser mais frequentes e abundantes, deixando-as úmidas, mas nunca encharcadas”, enfatiza.

Adubação/Fertilização

Alguns cuidados deverão ser observados na hora de adubar a Cymbidium, “para não atrapalhar o crescimento da orquídea em determinadas fases”, explica o especialista.

Segundo ele, a sua fertilização deve ser feita com regularidade, mas alterando a proporção de acordo com o estágio de desenvolvimento da planta, porque, como na irrigação, a falta ou o excesso de adubos podem prejudicar a floração.

“Além disso, para não prejudicar a planta, é recomendável observar se o substrato está seco, uma vez que não se pode adubar a orquídea caso esteja completamente seca, pois o adubo pode queimar suas raízes e folhas. Por este motivo, a adubação é sempre feita juntamente com a rega, para não correr esse risco”, salienta Avila.

São dois os tipos de adubação: orgânica e química. “No caso da adubação orgânica, uma boa opção é utilizar farinha de osso e torta de mamona. Na adubação inorgânica, basicamente, existem os adubos conhecidos pela fórmula NPK, sendo mais fácil de utilizar, principalmente no cultivo dentro de casa”, sugere o engenheiro.



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